terça-feira, 19 de julho de 2011

À deriva, seleção da CBF e da Globo perde-se mais



O futebol brasileiro, dentro e fora do campo, murcho...
A seleção de Mano Menezes e dos craques, Neymar, Ganso e Pato (além da Globo e do Teixeira), caiu vergonhosamente em uma quartas de finais da Copa América diante do Paraguai e tendo vencido apenas o Equador, nas quatro partidas que realizou na competição.
A eliminação precoce parece resultado de um grupo dividido, experientes, os remanescentes da era Dunga, e os jovens “mega estrelas” impostos para seleção pela qualidade do futebol apresentado em seus clubes e pela campanha de Galvão Bueno na Globo.

O clima pesou, claramente, na concentração após a sucessão de empates na primeira fase, expondo uma divisão entre as gerações de atletas ali presentes e, possivelmente, comprometendo a liderança dos mais experientes dentro do grupo.Mas mais do que analisar o futebol apresentado em campo pelos canarinhos, o que qualquer pessoa pode perceber o quanto foi aquém do que poderiam render, o que pesa nesta análise é o fator extra-campo.

“Oba-oba” para vender o produto ao espectador
Quem acompanhou a cobertura da competição pode, também, perceber que os jovens talentos foram superdimensionados, em seus talentos e capacidade de decidir,pela emissora oficial da CBF e que a bagunça do acesso livre, a qualquer hora e lugar, da Globo aos jogadores repetiu o fiasco de 2006.


A emissora abusou, novamente, em sua cobertura, criou “produtos” para garantir boas audiências nos jogos.

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